Apertem os cintos, a informação sumiu! E agora? É possível fazer Business Intelligence sem dados?

jul. 05-2019

Por Midas

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Já foi o tempo em que as empresas tomavam decisões importantes baseadas apenas no feeling de seus líderes. Hoje, não dá mais pra viajar nisso. A Business Intelligence, a famosa BI, está aí para comprovar que dados são bem mais do que informação: são um verdadeiro imperativo de segurança e competitividade.

Por isso, vamos direto ao ponto: não dá pra fazer a análise inteligente de qualquer processo sem dados!

Eles são tão importantes que atualmente, segundo estudos, 90% dos líderes empresariais citam dados como um dos recursos essenciais e como um diferenciador fundamental para os negócios, no mesmo nível de recursos básicos como terra, mão de obra e capital.

Mas qualquer dado serve? De forma alguma! É justamente isso que vamos mostrar a você na leitura deste blog. Pegue carona na leitura com a gente:

Business Intelligence – o que é e sua importância

Ao contrário do que muitos executivos erroneamente pensam, Business Intelligence não é uma ferramenta, apesar de depender de softwares robustos para entregar todo o valor que se espera dela.

BI vai muito além disso. Seu conceito e aplicação está em “usar da coleta de dados, organização, análise, ação e monitoramento para tomar melhores decisões e saber se os investimentos feitos estão trazendo bons resultados”.

Em resumo, é um conjunto de processos que tem por objetivo entregar a informação certa, para o usuário certo e na hora certa.

Para tanto, exige um alinhamento grande entre três pilares:

1 – Coleta de dados: tudo o que acontece no negócio é analisado para determinar aspectos-chave, como produtividade e gargalos.

2- Organização e análise: tudo que fora captado é organizado em um banco de dados e apresentado de forma visual, para facilitar a análise de quem toma as decisões.

POR FALAR NISSO: Coadjuvante, vilão ou mocinho? Confira o papel da gestão de dados no sucesso de um negócio.

3- Ação e monitoramento: os decisores, com base nas informações analisadas monitoram também seus resultados para ver se estão sendo bem-sucedidos, e assim, mudar as rotas sempre que for preciso.

Por estarmos cercados por dados, vivemos cercados por oportunidades

Mas esses dados só têm valor quando podem ser compreendidos. Do contrário, não passam de um alto volume de observações aleatórias e até improdutivas.

Dessa forma, compreender os insights contidos neles só é possível quando utilizamos tecnologias fundamentais que alteram positivamente a forma como coletamos, armazenamos, analisamos e transformamos tais informações.

 Escolher uma boa ferramenta faz a diferença

Como falamos, dados estão tornando as empresas mais ágeis, reativas e competitivas, mas a responsabilidade de usá-los como base nas suas decisões inclui enxergar além de informações óbvias nos dashboards.

Segundo algumas estimativas do setor informações não estruturadas podem responder por 70 ou 80% de todos os dados em uma organização.

Portanto, além de curiosidade e empenho, é essencial ter ferramenta compatível com seu negócio para ir além do que está na superfície das informações que você enxerga e realmente chegar em Business Intelligence.

Sem falar na responsabilidade cada vez maior que os empresários brasileiros terão a partir de 2020, com a chegada LGPD no que se refere à informação coletada! Entenda o que é a Lei Geral de Proteção de Dados aqui.

Nós temos aqui na Midas uma solução que, além de colher os dados que sua empresa precisa, mesmo em alto volume, qualifica tais informações, abrindo caminho para que o BI verdadeiramente aconteça.

Ficou curioso? Contamos tudo sobre ela pra você aqui. E de bônus, ainda deixamos este outro texto que vai complementar seus conhecimentos.

👉 CULTURA DA PRIVACIDADE: conheça a sacada das grandes empresas para 2020

Compartilhe com seus amigos para que eles também compreendam o poder dos dados! Até semana que vem.

 

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